terça-feira, 24 de novembro de 2015

Desfecho do Crime - Metalúrgico que matou a companheira em Pilar do Sul é condenado no júri

O promotor de justiça Victor Petri discursou no plenário do Tribunal do Júri em Pilar do Sul, na terça-feira (24/11), pugnando pela condenação do metalúrgico Denis Claudio da Costa Moreira, 39 anos, porque o metalúrgico asfixiou sua amásia Simone Nogueira resultando na morte dela.

Conforme relato do acusado Denis Claudio, ele morava há oito anos com a vendedora autônoma Simone Nogueira Costa de 35 anos, ela tinha uma filha de 10 anos, de outro relacionamento anterior, e havia um filho pequeno do casal. 

O amásio relatou ainda que suspeitava que sua amásia estaria cometendo infidelidade conjugal, por causa dessa suspeita o metalúrgico discutiu com sua amásia na madrugada de 21 de julho de 2013, e durante o calor da discussão ele cometeu o crime, no interior do quarto da residência do casal, na Rua Izaltino Vieira, no Jardim Ipê, em Pilar do Sul. 

Após o crime, o metalúrgico deixou a esposa morta no quarto, pôs o filho pequeno do casal dentro do carro e saiu em direção à casa do cunhado dele em Sorocaba, onde deixou o filho, e ele permaneceu fugindo da polícia. Em 14 de agosto daquele ano, o metalúrgico se apresentou na Delegacia de Investigações Gerais de Sorocaba.

                           Versão de uma amiga e da família da vitima

Tanto um amiga da vítima como a mãe da vítima conversaram com a reportagem deste Site/Blog e foram unânimes em afirmar que Simone Nogueira frequentava a igreja evangélica Assembléia de Deus, em Pilar do Sul, e ela (Simone) pretendia se batizar naquela religião e isso só poderia ocorrer se Simone se casasse com Denis Claudio, porque o metalúrgico era casado com outra mulher. Amiga e mãe disseram que Denis Claudio não queria se casar com Simone e isso teria provocado o desentendimento resultando em homicídio.  

                             Conselho de sentença decide


Inicialmente a acusação (outro membro do MP) defendia condenação por homicídio triplamente qualificado (futilidade, surpresa e crueldade). No julgamento, o promotor Victor Petri e o advogado José Carlos Bachi convergiram pela condenação do réu por homicídio com uma qualificadora do meio cruel, mas, com atenuante da confissão espontânea. Os jurados concordaram com a tese única. A juíza karina Jemengovac Perez não aplicou a confissão espontânea e condenou  Denis Claudio a cumprir 12 anos de reclusão em regime inicialmente fechado.

Quem comete crime está sujeito a pão de angústia e água de amargura   

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