sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Saiba outra atitude do criminoso Natal que provocou sua morte em Salto de Pirapora

Natal
Identificado mais um fato que motivou a morte do criminoso Jonas Ezequiel Taverna da Silva, apelidado por "Natal" que assumiu a identidade do irmão dele e apresentava-se como Pedro de Alcântara.

Três dias após um roubo no Bairro Jucurupava, em Salto de Pirapora em companhia de Diogenes Francisco da Silva, e Raimundo Medina de Azevedo, o indivíduo Natal estava abordo de um automóvel dirigido por Diogenes pela rodovia SP 264, Diogenes perdeu o controle da direção e o veículo caiu numa vala. 

O criminoso Natal estava armado com um revólver, ele saiu rápido do carro e desapareceu, durante a fuga ele perdeu o revólver. Houve o resgate de Diogenes e autuação por embriaguez ao volante.

Passados alguns dias, ao saber que Natal não havia apresentado para partilha um revólver e joias do roubo no Bairro Jucurupava, Diogenes que mora no Bairro Cocais, em Sarapuí, reclamou de Natal por ter lhes ludibriado. 

Naquele momento, Natal sacou um revólver e apontou para a cabeça de Diogenes e disse "olha aqui cara vou te dar três dias para você conseguir R$ 300,00 para mim se não me entregar o dinheiro eu virei em sua casa e te matarei, depois disso ficarei com sua esposa e suas duas filhas". 
Diogenes teve que conseguir os R$ 300,00 emprestando de um comerciante para entregar ao Natal. 



















Aproximadamente oito dias depois da ameaça, Diogenes e Raimundo que mora no Bairro Ana Guilherme, em Salto de Pirapora, chamaram Natal para beber, mas antes disso puseram oito soníferos num suco de maracujá. Natal ingeriu o suco, quando ele dormiu Raimundo disse ao Diogenes: Vamos matar ele agora, esse remédio que ele tomou demora dois dias para ele acordar. 

Natal dormia dentro de uma rede quando mataram-no a marretadas, lançaram cinco litros de gasolina no corpo, atearam fogo e o enterraram; por causa do mau cheiro, passados alguns dias eles desenterraram os restos mortais, enrolaram com uma lona, colocaram num carro e lançaram os restos mortais numa estrada do Bairro Juncal, no mesmo município. 

Diogenes e Raimundo estão presos desde o final de setembro de 2015. Sabe-se que Natal exigiu o dinheiro de Diogenes porque perdeu o revólver quando saiu às pressas após o carro dirigido por Diogenes cair na vala na SP 264 trecho entre Salto de Pirapora e Sorocaba. Ao comentar a ameça e o homicídio de Natal, Diogenes aparenta que ainda sente mágoa e diz que não estar arrependido do que fez. 

Notícia sem detalhe não é verdadeira, é suposição.      

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