quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Delegacia de Investigações Gerais de Sorocaba aponta responsável pela morte de cabeleireiro

Maurice Rosa
Dois primos de Presidente Bernardes, interior de São Paulo, vieram morar em Sorocaba, exatamente na Rua Atanásio Soares; ambos moravam e trabalhavam na parte superior de um prédio.

Leandro Augusto Rosa de 28 anos, era cabeleireiro e seu primo Maurice Albert Rosa da Silva, 25 anos, trabalhava no mesmo salão auxiliando o primo, Leandro Rosa. Segundo informação da polícia, Maurice Rosa era viciado em maconha, o vício dele era criticado pelo primo Leandro Rosa.

Na noite de 22 de setembro de 2015, estavam os dois no interior da residência quando Leandro Rosa falou que iria tomar banho, e logo saiu da sala, Maurice Rosa aproveitou aquela situação foi para à saca da residência pretendendo fumar um cigarro de maconha, Leandro Rosa retornou para sala se dirigiu para à saca e surpreendeu Maurice Rosa fumando o cigarro de maconha. 

Leandro Rosa advertiu o primo, por esse motivo Maurice Rosa não gostou e houve enfrentamento físico, desceram brigando pela escada. Durante a briga Maurice Rosa pegou uma faca e desferiu dez golpes matando o primo naquele local. O autor do delito fugiu da cena do crime, mas passou a ser considerado o único suspeito. Quando á polícia chegou localizou o corpo e a faca ao lado.

                               O esclarecimento e a detenção

Uma testemunha informou aos policiais da Delegacia de Investigações Gerais que viu a briga dos dois e informou detalhes do homicídio. Com base nas informações da testemunha protegida pelo provimento 32/2000 (mantém a identidade da testemunha sob sigilo), o delegado titular da DIG, Acácio Aparecido Leite solicitou a prisão temporária de Maurice Rosa, que inclusive já havia retornado para Presidente Bernardes-SP. 

Após à justiça determinar a prisão temporária por 30 dias, policiais de Sorocaba com apoio de policiais civis de Presidente Venceslau-SP obtiveram êxito em localizar Maurice Rosa em Presidente Bernardes, no dia 02 de outubro. Ao ser indagado pela polícia, Maurice Rosa assumiu responsabilidade pelo delito e acrescentou que está disposto a “pagar” pela sua responsabilidade. 

Ele acrescentou que cometeu o crime porque estaria possuído por uma entidade do candomblé, pois tanto ele como Leandro Rosa eram adeptos do candomblé; ainda de acordo com Maurice Rosa, no momento da briga o primo dele também estaria possesso por uma entidade do candomblé. O delegado Acácio Aparecido Leite e o assistente da especializada Mário Ayres disseram na quarta-feira (14/10), que o inquérito é farto em elementos para solicitar a prisão preventiva do acusado.


Não dá para viver sem notícia.   

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