terça-feira, 15 de setembro de 2015

Desfecho do Crime - Júri de Sorocaba condena Yuri Barizon por assassinar a avó paterna

Na terça-feira (15/09), o Tribunal do Júri de Sorocaba impôs mais uma condenação ao Yuri André de Souza Milani Barizon, 25 anos. 

Os jurados deliberaram pela condenação ao concordar com tese do promotor Marcos Fábio de Campos Pinheiro, que acusou Yuri Barizon de ter matado a avó dele, Maria Cecília Milani de Barros de 83 anos.

Conforme acusação do promotor, Maria Cecília morava com o neto Yuri e uma irmã dele, no Jardim São Paulo, em Sorocaba, no final do mês de agosto de 2011, Yuri teria desferido golpe com uma machadinha ferindo a cabeça da avó enquanto ela dormia, em seguida levou a avó ao Hospital Regional, e afirmou que ela caiu da cama. 

Maria Cecília esteve nove dias internada e morreu. Falando aos jurados, o promotor acusou Yuri de ter cometido homicídio qualificado. Yuri teria cometido o crime para se vingar da avó que não assinou procuração para ele administrar seus bens.  

O advogado Claudinei Fernando Machado rebateu a acusação afirmando que as lesões na cabeça de Maria Cecília eram incompatíveis com lesões provocadas por uma machadinha, e defendeu absolvição. Após votação dos quesitos, a juíza Adriana Tayano Fanton Furukawa o condenou a cumprir 18 anos de reclusão em regime inicial fechado. 

O advogado Claudinei Machado disse que vai recorrer da sentença. "Recorro porque essa condenação está lastreada em prova inexistente", disse o defensor. Yuri que está preso na Penitenciária de Tremembé-SP nega responsabilidade pela morte da avó.

         Yuri já estava condenado por homicídios e tentativas contra familiares

Em julho de 2013, o conselho de sentença de Sorocaba concordou com o ministério público, que acusou Yuri de ter encomendado a morte do padrasto, de duas irmãs dele e da mãe. Crimes cometidos numa chácara em Araçoiaba da Serra, no final de 2011. Feridos por tiros: o padrasto e uma irmã morreram; escaparam uma irmã e a mãe de Yuri. 

O motivo dos crimes seria matar os familiares para ele (Yuri) administrar os bens da família. Yuri sofreu condenação por 60 anos. Apontados como executores: o primo de Yuri, Maicon Miranda Milani, 26 anos, e Leandro Pires da Costa, 26 anos, sofreram condenação por 50 anos.

Quem comete crime está sujeito a pão de angústia e água de amargura.  

Nenhum comentário:

Postar um comentário