quinta-feira, 21 de maio de 2015

Se a Santa Casa de Pilar do Sul não assinasse o TAC poderia ter fechado naquela época

A notícia publicada por este site/blog que o Ministério Público executa um termo de ajustamento de conduta cobrando multa de R$ 4.742 milhões, da Santa Casa de Pilar do Sul, gerou preocupação aos munícipes e aos irmãos da entidade, ao saberem que há risco de bloqueio de conta bancária do hospital; o tema TAC da Santa Casa é comentado em repartições públicas, em empresas, em comércios, e por trabalhadores de diversas classes sociais.

Este site/blog apurou que à direção da Santa Casa assinou o TAC no início de 2006 que expirou o prazo em julho de 2007, porque não havia outra alternativa, aquela situação que muita gente conhece: se ficar o bicho come, se correr o bicho pega, tendo que optar pela imposição do Ministério Público por meio de ação civil pública ou pelo TAC, então, houve opção em assinar o TAC acreditando que em 15 meses conseguiria recurso financeiro para proceder a adequação na central de material do centro cirúrgico, para evitar cruzamento de material sujo com material não utilizado e esterilizado. 

Ocorreu elaboração de um projeto que necessitaria alto investimento, e protocolado na DIR XX III, atual DRS XVI, em Sorocaba, mas não conseguiu verba. A concepção da direção do hospital foi que, se não assinasse o TAC o fechamento do hospital poderia ocorrer naquela época, porque o ministério público apontou uma espada afiada para a garganta do hospital. 

O prédio que a Santa Casa atende demandas pertence a Prefeitura, a Santa Casa obtém concessão de uso do imóvel, construído há mais de 20 anos. Um engenheiro civil consultado por este blog assegura que à estrutura do prédio não dispõe de capacidade estrutural para realizar a devida adequação do centro cirúrgico; o correto seria edificar um novo centro cirúrgico. Um advogado afirma que a possibilidade de bloqueio de conta bancária existe, todavia, o hospital teria instrumentos jurídicos para recorrer.

O caso é cômodo para o ministério público porque exige melhoria na estrutura do hospital que segundo ele pode garantir mais qualidade nos atendimentos aos pacientes e gestantes, mas para o hospital essa situação é incômoda, preocupante e assustadora, afinal, um hospital com a conta bloqueada fica sem dinheiro para pagar funcionários e seus fornecedores, situações que geram falência.   

Merece Reflexão. 

Um comentário:

  1. É certeza que apolítica de saúde não traz retorno para esta cambada, ai fica o povo na corda bamba. Pilar do Sul com sua administração política que pega as verba é impostos os quais são aplicados em quadras de futebol, pistas para caminhadas e pista de motocross, imagine que os caras estão preocupados com a saúde do povo, são políticos sem noção isto tem que mudar !!!!!!!!!

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